Gerador de UUID
Gerado localmente — nenhum dado enviado para servidores.
- Escolha a versão: v4, v1 ou v7.
- Informe a quantidade.
- Clique em "Gerar UUIDs" e copie um a um ou use "Copiar todos".
v4 é totalmente aleatório e a escolha padrão quando o identificador não deve revelar nada. É gerado aqui por crypto.randomUUID, a API nativa do navegador, com aleatoriedade criptográfica.
v7 começa com o timestamp em milissegundos e completa com bits aleatórios. Isso faz os identificadores nascerem em ordem crescente ao longo do tempo — a propriedade que resolve o principal defeito do v4 como chave primária.
v1 também é baseado em tempo, mas no formato antigo, com os campos de timestamp fora de ordem e um campo de nó que, na especificação original, expunha o endereço MAC da máquina. Aqui esse campo é aleatório. Use apenas por compatibilidade com sistemas legados.
Índices B-tree, usados por PostgreSQL e MySQL, funcionam melhor quando as inserções acontecem no fim da árvore. Chaves aleatórias como o v4 caem em posições dispersas, o que fragmenta o índice e aumenta a escrita em disco.
Como o v7 é ordenado por tempo, cada nova linha entra próxima da anterior. O índice cresce de forma sequencial, a fragmentação cai e o desempenho de inserção em tabelas grandes melhora de forma perceptível.
A contrapartida é que o v7 revela o momento da criação do registro. Se o identificador é público e essa informação é sensível, prefira o v4.
Um UUID tem 128 bits, dos quais 122 são aleatórios no v4. A probabilidade de colisão é desprezível na prática — é seguro gerar em máquinas diferentes sem coordenação central, que é exatamente o motivo de o UUID existir.
O formato canônico tem 36 caracteres: 32 dígitos hexadecimais em cinco grupos separados por hífen. Bancos que armazenam como binário de 16 bytes economizam espaço e ganham desempenho em relação a guardar como texto.
A geração acontece inteiramente no seu navegador; nenhum identificador é transmitido.
Perguntas frequentes
Em teoria sim, na prática não. Com 122 bits aleatórios no v4, seria preciso gerar bilhões de identificadores por segundo durante décadas para que a chance de uma colisão deixasse de ser desprezível.
UUID é preferível quando os registros nascem em lugares diferentes, quando o identificador aparece em URL pública ou quando expor a ordem e o volume de registros é indesejável. Sequencial ainda é mais compacto e mais rápido. O v7 reduz bastante essa diferença.
Porque a especificação original embutia o endereço MAC da máquina geradora, o que vaza informação de infraestrutura. Esta ferramenta usa nó aleatório, mas o formato segue sendo legado — o v7 cumpre o mesmo papel de ordenação por tempo com um projeto melhor.
O v4 gerado por crypto.randomUUID usa aleatoriedade criptográfica, então é imprevisível. Ainda assim, para sessão e recuperação de senha o recomendado é um token dedicado, com tempo de expiração e revogação — não um identificador reaproveitado.
Não. Tudo é gerado no navegador e nada é registrado.