Gerador de CPF
Dados fictícios, apenas para testes. Não pertencem a pessoas reais.
- Informe a quantidade de CPFs que precisa — de 1 até 50 por vez.
- Deixe "Formatado" ligado para receber 000.000.000-00, ou desligue para receber só os 11 dígitos, sem pontos e sem traço.
- Com "Formatado" ligado, você pode ativar "Mascarado" para ocultar o miolo do número: 123.***.***-09.
- Clique em "Gerar CPF". Copie um resultado por vez pelo ícone ao lado dele, ou use "Copiar todos" quando gerar mais de um.
O CPF tem 11 dígitos: 9 formam a base e os 2 últimos são dígitos verificadores calculados a partir dela. É isso que permite a qualquer sistema detectar um número digitado errado sem consultar nenhuma base de dados.
O primeiro verificador multiplica os 9 dígitos da base por pesos decrescentes de 10 a 2 e soma os resultados. Essa soma é dividida por 11: se o resto for menor que 2, o dígito é 0; caso contrário, é 11 menos o resto.
O segundo verificador repete a operação, agora sobre os 10 dígitos já existentes (base + primeiro verificador), com pesos de 11 a 2 e a mesma regra do resto.
Este gerador sorteia os 9 dígitos da base, descarta combinações em que todos são iguais (como 111.111.111-11, que passa no cálculo mas é rejeitada por convenção) e então aplica as duas etapas acima.
- Preencher formulários de cadastro em ambiente de teste ou homologação.
- Popular banco de dados de desenvolvimento com registros realistas.
- Escrever casos de teste automatizado para regras de validação.
- Demonstrar um sistema sem expor o CPF de uma pessoa real.
Ele não consulta a Receita Federal nem qualquer outra base. Todo o cálculo acontece no seu navegador, e nenhum número gerado é enviado para servidores.
Os números são válidos pelo algoritmo, mas não têm situação cadastral, nome ou data de nascimento associados. Como o algoritmo aceita milhões de combinações, um número sorteado pode, por coincidência, já pertencer a alguém — por isso ele serve para teste, nunca para se apresentar a terceiros.
Usar um CPF que não é seu para se passar por outra pessoa é crime de falsa identidade (art. 307 do Código Penal), e a fraude cometida com ele responde por estelionato (art. 171).
Também não é possível escolher a região fiscal. Em um CPF, o nono dígito indica a região emissora, mas aqui ele é sorteado junto com o resto da base.
Perguntas frequentes
Não intencionalmente — os dígitos são sorteados, sem consulta a qualquer cadastro. Mas o algoritmo do CPF admite um número enorme de combinações válidas, então um número sorteado pode coincidir com um CPF já emitido. Use apenas em teste.
Não. O número passa na validação matemática, mas não existe cadastro por trás dele. Em qualquer sistema que consulte a Receita ele será recusado, e usá-lo para se identificar configura crime.
Quase sempre porque o sistema não está apenas validando o dígito verificador: ele consulta a Receita Federal, exige que o CPF esteja vinculado a um nome e data de nascimento, ou bloqueia sequências conhecidas de teste. Para validar só o cálculo, use o validador de CPF.
"Formatado" controla a pontuação: ligado devolve 000.000.000-00, desligado devolve apenas os 11 dígitos — útil para colar direto em banco de dados ou em um campo que rejeita pontuação. "Mascarado" só existe sobre o formato pontuado e oculta os dígitos do meio (123.***.***-09), como em telas que exibem o documento parcialmente.
Não. O cálculo roda inteiramente no seu navegador. Nenhum número gerado sai do dispositivo, e nada é registrado.