Gerador de RG
Dados fictícios, apenas para testes. Não pertencem a pessoas reais.
- Escolha o estado emissor. Ele determina o formato esperado do número.
- Informe a quantidade de RGs.
- Use "Formatado" para receber 00.000.000-X, ou desligue para receber o número limpo.
- Clique em "Gerar RG" e copie um a um ou use "Copiar todos".
Não existe RG nacional. Cada estado tem seu próprio órgão emissor, sua própria numeração e suas próprias regras — inclusive de comprimento, que varia de 6 a 13 dígitos dependendo da unidade federativa.
Isso significa que a mesma pessoa pode ter RGs diferentes emitidos em estados diferentes, algo impossível com CPF.
A maioria dos estados não publica um algoritmo de dígito verificador. São Paulo é a exceção mais conhecida e usa um cálculo documentado, adotado por este gerador.
A Carteira de Identidade Nacional, que unifica o documento em torno do número do CPF, vem substituindo esse cenário — mas os RGs antigos seguem válidos e em circulação.
Os 8 primeiros dígitos formam a base. Cada um é multiplicado por um peso na sequência 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e os produtos são somados.
A soma é dividida por 11. Resto 0 gera dígito 0; resto 1 gera o dígito X; qualquer outro resto gera 11 menos o resto.
O X é o que torna o RG paulista peculiar: é o único documento brasileiro comum cujo verificador pode ser uma letra. Formulários que aceitam só números costumam falhar exatamente por causa disso.
Não consulta nenhum instituto de identificação. Não há nome, filiação, data de emissão ou foto associados ao número.
Para estados sem algoritmo público, o número segue apenas o formato e comprimento típicos — é fictício e serve para teste de campo, não para simular um documento real.
Todo o processamento acontece no navegador.
Perguntas frequentes
Porque no padrão de São Paulo o dígito verificador é X quando o resto da divisão por 11 é 1. É um valor legítimo e aparece em RGs reais — se o seu sistema recusa, ele provavelmente está validando só dígitos.
Sim, o documento tem validade nacional. O que é estadual é a numeração e o órgão emissor, não a validade.
Porque cada instituto de identificação definiu sua própria faixa de numeração. Vai de 6 dígitos em alguns estados a 13 em outros, sem padrão nacional.
A Carteira de Identidade Nacional adota o CPF como número único e substitui gradualmente o modelo antigo. Os RGs já emitidos continuam válidos durante a transição.
Não intencionalmente — os dígitos são sorteados e não há consulta a nenhuma base. Como acontece com qualquer número gerado, pode haver coincidência com um documento real. Use só em teste.