Gerador de Sitemap
- Adicione as URLs, uma por linha, sempre absolutas e com o mesmo domínio do sitemap.
- Preencha os campos opcionais de cada URL: data da última modificação, frequência de mudança e prioridade.
- Copie o XML gerado para um arquivo, publique na raiz do site e declare o endereço no robots.txt.
A URL é o único campo obrigatório e o único que sempre importa.
A data de última modificação é usada pelos buscadores para priorizar o rastreamento — mas só quando é confiável. Sites que carimbam a data de hoje em todas as páginas a cada build ensinam o buscador a ignorar o campo.
A frequência de mudança e a prioridade são, na prática, ignoradas pelos principais buscadores. Elas fazem parte da especificação original de 2005, e a prioridade em particular nunca funcionou como imaginado: ela é relativa dentro do seu próprio site e não influencia o posicionamento.
A conclusão prática: capriche na lista de URLs e na data de modificação, e não perca tempo ajustando prioridade.
Um sitemap comporta até 50 mil URLs e 50 MB descomprimido. Passando disso, é preciso dividir em vários arquivos e criar um índice que aponte para eles.
Vale dividir antes do limite quando isso facilitar o diagnóstico: separar por seção do site permite ver no Search Console qual área tem problema de indexação.
O arquivo pode ser servido comprimido em gzip, o que reduz bastante a transferência em listas grandes.
- Inclua apenas URLs que retornem 200 e sejam indexáveis. Página com noindex no sitemap é sinal contraditório.
- Inclua apenas a versão canônica. Listar variações com parâmetro cria duplicidade.
- Deixe de fora redirecionamentos, páginas de erro e áreas bloqueadas no robots.txt.
- O sitemap ajuda a descoberta, mas não garante indexação — o buscador ainda decide se a página merece entrar no índice.
Perguntas frequentes
Não. Os principais buscadores ignoram os dois campos. Fazem parte da especificação original, mas na prática não afetam posicionamento nem ritmo de rastreamento.
Até 50 mil URLs ou 50 MB descomprimido, o que vier primeiro. Acima disso, divida em vários arquivos e crie um índice apontando para eles.
Não. O sitemap ajuda na descoberta das URLs, mas o buscador decide de forma independente se a página entra no índice.
Não. É um sinal contraditório: o sitemap pede rastreamento e a página pede exclusão. Mantenha no sitemap só o que deve ser indexado.
Para sites pequenos e estáveis, gerar de tempos em tempos resolve. Para sites que mudam com frequência, o ideal é gerar automaticamente no build.