Gerador de Certidão
Dados fictícios, apenas para testes. Não pertencem a pessoas reais.
- Escolha o tipo de certidão: nascimento, casamento ou óbito.
- Informe a quantidade e se quer o número formatado.
- Clique em gerar e copie a matrícula.
Desde 2010 as certidões de registro civil no Brasil usam uma matrícula nacional padronizada de 32 dígitos, que substituiu a numeração própria de cada cartório.
Cada trecho carrega informação: identificação do cartório, serviço, tipo de acervo, tipo de livro, número do livro, folha, termo e, no fim, dois dígitos verificadores.
O tipo de ato fica codificado no próprio número — 1 para nascimento, 2 para casamento, 3 para óbito. É por isso que a escolha do tipo altera o número gerado, e não apenas o rótulo.
Ao contrário de CPF, CNPJ e da maioria dos documentos brasileiros, que usam módulo 11, a certidão usa módulo 97.
Toma-se o número formado pelos 30 primeiros dígitos, calcula-se o resto da divisão por 97, e os dois verificadores são 98 menos esse resto.
Como 30 dígitos não cabem em um inteiro comum, o cálculo exige aritmética de precisão arbitrária. Implementações que usam ponto flutuante produzem verificadores errados sem qualquer aviso.
É o mesmo esquema do IBAN bancário europeu, escolhido por detectar uma faixa maior de erros de digitação.
Não consulta cartório algum. Não existe registro, nome, data ou livro por trás do número gerado.
A matrícula é válida pelo cálculo, mas não corresponde a nenhuma certidão emitida.
Usar número de certidão para simular documento oficial é crime. A ferramenta serve para teste de sistema que capta e valida esse campo.
Todo o cálculo acontece no seu navegador.
Perguntas frequentes
Porque o padrão nacional codifica cartório, serviço, acervo, tipo de livro, número, folha, termo e dois verificadores no mesmo número — o que permite identificar qualquer certidão brasileira sem consultar o cartório de origem.
Sim. Um dos dígitos identifica o ato: 1 para nascimento, 2 para casamento e 3 para óbito. Escolher o tipo altera o número gerado.
Porque detecta uma faixa maior de erros de digitação. É o mesmo esquema usado no IBAN bancário europeu.
Não. A matrícula nacional de 32 dígitos passou a valer em 2010. Documentos anteriores usam a numeração própria do cartório emissor.
Não. Tudo acontece no seu navegador.