Validador de PIS/PASEP
Digite um número para validar.
- Cole ou digite o número. Pontuação é opcional — 000.00000.00-0 e 00000000000 dão o mesmo resultado.
- O resultado aparece assim que os 11 dígitos estiverem completos.
- Serve igualmente para PIS, PASEP, NIS e NIT: os quatro usam o mesmo algoritmo.
A validação recalcula o 11º dígito a partir dos 10 primeiros e compara com o informado.
Cada dígito da base é multiplicado por um peso na sequência 3, 2, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, e os produtos são somados. A soma é dividida por 11: resto menor que 2 gera verificador 0; caso contrário, o verificador é 11 menos o resto.
Comprimento diferente de 11 dígitos é rejeitado antes do cálculo, assim como sequências de dígitos repetidos — 00000000000 fecha a conta por coincidência, mas não é um NIS possível.
Diferente do CPF, o PIS tem um único dígito verificador. Isso significa que ele detecta a maioria dos erros de digitação simples, mas é menos robusto contra transposições de dígitos.
Um número consistente não é necessariamente um NIS emitido. O cálculo confirma apenas a integridade interna.
A ferramenta não consulta a Caixa, o INSS nem o CadÚnico, então não informa vínculo empregatício, benefício ou situação cadastral.
Nada do que você digita sai do navegador.
- Conferir o número antes de enviá-lo em eSocial, admissão ou cadastro de benefício.
- Separar erro de digitação de erro cadastral ao investigar uma recusa.
- Validar em lote uma importação de folha de pagamento em ambiente de teste.
Perguntas frequentes
Sim. É o mesmo cadastro de 11 dígitos, com nomes diferentes conforme a origem: PIS para trabalhador da iniciativa privada, PASEP para servidor público, NIS no CadÚnico e NIT para contribuinte individual do INSS.
A verificação aqui é matemática. O sistema que recusou provavelmente consulta a base oficial e exige que o número esteja ativo e vinculado ao CPF e ao nome informados.
Na Carteira de Trabalho, no aplicativo Carteira de Trabalho Digital, no extrato do FGTS ou no cartão do Cidadão. O app do gov.br também exibe.
Foi a escolha de projeto do cadastro. Um dígito basta para pegar a maior parte dos erros de digitação; o CPF adotou dois por optar por uma verificação mais rigorosa.
Não. O cálculo roda no seu navegador e nada é transmitido ou salvo.